Buquê de casamento deve trazer harmonia
Pelo que se sabe, o costume de a noiva carregar um buquê de casamento durante a celebração de sua união conjugal começou na Grécia Antiga. A principal diferença, entretanto, é que naquele tempo a noiva não levava consigo flores, mas ramos de ervas e réstias de alho, que serviam para afastar algum mau-olhado e atraiam bons fluidos. Os gregos acreditavam que esse costume tornaria a união mais duradoura e feliz.
Na Roma Antiga, onde surgiram as primeiras celebrações religiosas, era comum as noivas levarem consigo um ramo de ervas que garantiria fertilidade e fidelidade. Já na Polônia do século XVIII, os buquês eram salpicados com açúcar para melhorar o temperamento das noivas após o casamento.
Passaram os séculos, as culturas e costumes foram se mesclando e se misturando até chegarmos aos buquês de flores, utilizados praticamente em todo o mundo. No início desta transformação, as ervas foram trocadas por apenas uma flor. Depois disso vieram os maços e composições, geralmente acompanhados de detalhes com significado religioso ou que expressavam traços culturais específicos de uma região ou nação.
Hoje em dia, os buquês são elaborados com diferentes tipos de flores, conforme a época do ano e a região onde são colhidas, em diversos formatos e tamanhos, combinando tons e sentidos. Seja ele como for, deve ser, antes de qualquer coisa, um adereço que tenha significado principalmente para a noiva e reflita sua personalidade, já que será ela quem irá carregar este ornamento tão importante para a celebração de uma união que se espera seja duradoura e feliz, como queriam os gregos antigos.
Marcelo Sacrini é jornalista e colaborador do portal Pronto Casei.
Fontes:
Wikipedia
Casar – IstoÉ Gente
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